RESUMO DA CONFERÊNCIA

Confira abaixo os destaques da 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (6ª CONADIPI). GALERIA DE FOTOS

Participação social define rumos das políticas para a pessoa idosa no Brasil

6ª CONADIPI consolida prioridades nacionais e celebra democracia construída a partir das múltiplas velhices Brasília, 19 de dezembro de 2025 — A 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (6ª CONADIPI) foi encerrada nesta sexta-feira (19) com a aprovação das propostas prioritárias construídas ao longo do processo conferencial, a apreciação das moções apresentadas pelas delegações e a reafirmação da participação social como eixo central da formulação de políticas públicas para as pessoas idosas no Brasil. O último dia foi marcado por um clima de conquista coletiva, reforçando que não existe uma única forma de envelhecer e que as políticas públicas precisam reconhecer as múltiplas velhices, atravessadas por desigualdades de território, gênero, raça, classe, deficiência e trajetórias de vida. Democracia como escolha política Ao encerrar a programação, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, afirmou que as conferências só foram possíveis porque o Brasil fez uma escolha clara pela democracia. Destacou que o país é diverso e profundamente desigual e que enfrentar essas desigualdades exige escuta qualificada, participação social e políticas públicas construídas a partir das necessidades reais da população. Para a ministra, um Estado forte, com serviços públicos estruturados e comprometidos com a memória institucional, é fundamental para garantir direitos e proteger vidas, especialmente das populações mais vulnerabilizadas. Macaé ressaltou ainda o papel dos conselhos de direitos presentes em todo o país como pilares da democracia no cotidiano. Participação social como método de governo A abertura dos trabalhos do último dia também marcou o encerramento do ciclo de conferências nacionais realizadas ao longo de 2025. Representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania destacaram que os debates acumulados ao longo do ano não se encerram com a Conferência, mas passam a orientar a atuação do governo nos próximos períodos. O secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (CNDPI), Alexandre da Silva, reforçou que o processo conferencial é tão relevante quanto os resultados aprovados, ao criar espaços seguros de escuta, diálogo e construção coletiva. Na mesma linha, a secretária-executiva do MDHC, Janine Mello, destacou que as conferências funcionam como instrumentos democráticos capazes de transformar diferentes vontades sociais em políticas públicas efetivas. A secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, afirmou que encerrar o calendário conferencial com a Conferência da Pessoa Idosa tem um significado simbólico, já que todas as pessoas desejam envelhecer com direitos garantidos. Segundo ela, as pautas construídas coletivamente passam a servir de base para as políticas públicas, com diversidade e participação social como princípios orientadores. Plenária final consolida deliberações A plenária final, iniciada no fim da manhã, teve como objetivo apresentar, debater e votar as 15 propostas prioritárias aprovadas nos Grupos de Trabalho, além de apreciar as moções apresentadas pelas delegações. A mesa foi composta por representantes do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, responsáveis pela condução dos trabalhos e pela orientação dos procedimentos de votação. Durante a plenária, foi reforçado o caráter democrático do processo, com garantia de direito à voz, apresentação de destaques e votação transparente das propostas. As deliberações consolidadas expressam a síntese das demandas construídas desde as etapas municipais, estaduais, do Distrito Federal e das conferências livres, traduzindo a diversidade de realidades do país em prioridades nacionais. Um marco para as múltiplas velhices Com o encerramento da 6ª CONADIPI, o Brasil reafirma o compromisso com a construção de políticas públicas que reconhecem o envelhecimento como direito e como dimensão fundamental da democracia. As propostas aprovadas reforçam que a participação social é o caminho para enfrentar desigualdades históricas e garantir dignidade, cuidado, autonomia e protagonismo às pessoas idosas em todas as regiões do país.

Conferência Nacional da Pessoa Idosa transforma demandas do país em prioridades nacionais

Síntese dos debates reúne financiamento, cuidado, participação social e combate às violências Brasília, 18 de dezembro de 2025 — O terceiro dia da 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (6ª CONADIPI) marcou a etapa mais decisiva do processo conferencial. Foi nos Grupos de Trabalho (GTs) que pessoas delegadas de todas as regiões do país analisaram, ajustaram e votaram propostas construídas desde as etapas municipais, estaduais, do Distrito Federal e das conferências livres, consolidando prioridades que seguem para a plenária final. Ao longo do dia, os debates evidenciaram consensos em torno de temas estruturantes para o envelhecimento digno no Brasil, com destaque para financiamento das políticas públicas, fortalecimento das redes de cuidado, enfrentamento às violências, participação social e valorização do protagonismo das pessoas idosas. Financiamento como base das políticas públicas Um dos principais eixos de consenso foi a necessidade de garantir financiamento permanente e estruturado para as políticas voltadas à pessoa idosa. As propostas priorizadas defendem o fortalecimento dos fundos da pessoa idosa, com ampliação de incentivos para doações, diversificação das fontes de receita e destinação de recursos públicos específicos. Também ganhou força a defesa de que a política da pessoa idosa esteja claramente prevista nas peças orçamentárias do país, com critérios de equidade territorial, mecanismos automáticos de repasse e participação efetiva da sociedade civil no acompanhamento da execução dos recursos. Cuidado, acolhimento e proteção social Outro eixo central dos debates foi a ampliação e qualificação da rede de cuidado e proteção social. As propostas priorizadas apontam para a expansão de serviços como centros-dia, diferentes modalidades de acolhimento e alternativas de moradia assistida, com financiamento contínuo e articulação entre assistência social e saúde. O cuidado humanizado, a autonomia das pessoas idosas e o apoio às famílias apareceram como elementos essenciais para enfrentar desigualdades regionais e garantir condições dignas de envelhecimento em todo o território nacional. Enfrentamento às violências e acesso à justiça O combate às múltiplas violências contra a pessoa idosa também ocupou lugar central nos debates. As propostas aprovadas defendem a construção de uma política nacional articulada, com protocolos unificados de atendimento, integração entre saúde, assistência, segurança pública e sistema de justiça, além do fortalecimento de canais de denúncia e acolhimento. A formação humanizada de profissionais, a prevenção da revitimização institucional e a atenção a grupos em maior vulnerabilidade — como mulheres, população LGBTQIA+, pessoas negras, povos tradicionais e pessoas idosas em situação de rua — foram apontadas como prioridades. Protagonismo, participação e inclusão digital Os debates também avançaram na defesa da participação ativa das pessoas idosas na vida social, cultural, econômica e política do país. As propostas priorizadas reforçam a necessidade de políticas que promovam protagonismo, formação de lideranças, diálogo intergeracional e enfrentamento ao etarismo. A inclusão digital apareceu como tema estratégico, com a defesa de ações permanentes de letramento digital, acesso a tecnologias, prevenção a golpes e ampliação de espaços comunitários que combinem conectividade, convivência e troca de saberes. Conselhos fortes e políticas de Estado Outro consenso do dia foi o fortalecimento dos Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa como instâncias permanentes, deliberativas e com autonomia, reconhecendo seu papel central na formulação, fiscalização e controle social das políticas públicas. As propostas defendem estrutura adequada, financiamento contínuo e formação permanente de conselheiras, conselheiros e lideranças idosas em todo o país. Com as propostas priorizadas e o texto consolidado nos Grupos de Trabalho, a 6ª CONADIPI entra em sua etapa final. Nesta sexta-feira (19), a plenária irá analisar, votar e consolidar as deliberações que expressam o posicionamento nacional sobre os direitos da pessoa idosa e que devem orientar as políticas públicas nos próximos anos.

Segundo dia da 6ª CONADIPI destaca envelhecimento como direito, memória e futuro comum

Palestra Magna e aclamação do Regimento Interno marcam início dos debates temáticos da Conferência Nacional da Pessoa Idosa Brasília, 17 de dezembro de 2025 — O segundo dia da 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (6ª CONADIPI) foi marcado por reflexões sobre o envelhecimento como direito, processo plural e desafio democrático. A programação reuniu a Palestra Magna, a Plenária de Aclamação do Regimento Interno e os primeiros painéis de debate dos eixos temáticos, que orientam os trabalhos da etapa nacional. A manhã teve início com a Palestra Magna, conduzida pelo secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa e presidente do CNDPI, Alexandre da Silva, e pela escritora Conceição Evaristo. Alexandre destacou que envelhecer é um processo inerente à vida humana e que o Brasil já vive uma realidade demográfica marcada pelo crescimento da população idosa, o que exige políticas públicas integradas nas áreas de saúde, assistência, cuidado e participação social. O secretário ressaltou que a Conferência é um espaço estratégico para enfrentar o idadismo, reconhecer as múltiplas velhices e garantir que as pessoas idosas sejam protagonistas na formulação das políticas públicas. Ao apresentar dados demográficos, chamou atenção para as desigualdades que atravessam o envelhecimento, relacionadas a gênero, raça, escolaridade e território, defendendo uma atuação intersetorial do Estado. Velhice, memória e desigualdades sociais Em uma fala marcada por sensibilidade e crítica social, Conceição Evaristo refletiu sobre o tempo, a memória e as condições concretas que determinam como se envelhece no Brasil. Ao afirmar que a velhice pode ser uma conquista — mas não para todas as pessoas —, a escritora problematizou o acesso à moradia, à saúde, à aposentadoria e ao trabalho digno, destacando que o envelhecimento só pode ser vivido com plenitude quando os direitos sociais são garantidos. A autora evocou referências da cultura negra e popular brasileira para reafirmar a velhice como tempo de potência, criação e transmissão de saberes, ressaltando o papel das pessoas mais velhas na preservação da memória coletiva e na sustentação das lutas por justiça social. Após a Palestra Magna, a plenária realizou a aclamação do Regimento Interno da Etapa Nacional da 6ª CONADIPI, consolidando as regras que orientam o funcionamento, os debates e as deliberações da Conferência. O documento foi aprovado por aclamação, considerando que já havia sido amplamente debatido nas etapas preparatórias e em ambiente virtual. Debates temáticos dão início à fase deliberativa No período da tarde, começaram os painéis de debate dos eixos temáticos, organizados em duas mesas. A Mesa 1 reuniu os Eixos 2 e 3, dedicados à saúde, ao cuidado integral e ao enfrentamento das violências contra a pessoa idosa. Já a Mesa 2 concentrou os debates dos Eixos 1, 4 e 5, abordando o financiamento das políticas públicas, a participação social e o fortalecimento dos conselhos de direitos da pessoa idosa. Nesta quinta-feira (18), a Conferência entra em sua etapa central, com a realização dos Grupos de Trabalho, onde delegadas e delegados irão aprofundar os debates e construir propostas concretas a partir dos eixos temáticos. As formulações aprovadas nos GTs seguirão para a plenária final, consolidando as diretrizes nacionais para o fortalecimento dos direitos da pessoa idosa no Brasil.

6ª CONADIPI abre em Brasília e marca retomada da conferência nacional após nove anos

Evento reúne delegações de todo o país para definir prioridades das políticas públicas voltadas à população idosa Brasília, 16 de dezembro de 2025 — Teve início nesta terça-feira (16), em Brasília, a 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (6ª CONADIPI), principal espaço de participação social para a formulação de políticas públicas voltadas ao envelhecimento digno, saudável e com equidade. O evento segue até o dia 19, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), reunindo delegações de todas as regiões do país. A abertura marcou a retomada da conferência nacional após nove anos sem edição e reuniu representantes do governo federal, conselhos de direitos, movimentos sociais e organismos internacionais. Ao declarar oficialmente aberta a 6ª CONADIPI, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou que o encontro é resultado de um amplo processo democrático, construído a partir de milhares de conferências municipais, estaduais e livres realizadas em todo o país. Para a ministra, envelhecer é um processo plural e desigual, e a pessoa idosa deve ocupar lugar central na formulação das políticas públicas e no enfrentamento ao idadismo. O secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (CNDPI), Alexandre da Silva, ressaltou que a conferência expressa a diversidade cultural do Brasil e é fruto de um percurso iniciado nas etapas locais e regionais. Segundo ele, o espaço reúne trajetórias distintas de participação social e reafirma o compromisso do Estado com o protagonismo das pessoas idosas. Representantes do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa destacaram que os direitos existentes hoje são resultado da luta das gerações mais velhas e defenderam políticas públicas que garantam dignidade, respeito e equidade. Em nome da OPAS/OMS, foi ressaltado que o envelhecimento populacional impõe desafios sociais urgentes e exige a articulação entre Estado e sociedade civil para fortalecer o cuidado, a saúde e a participação social. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou a importância da retomada das conferências nacionais, afirmou que o Brasil tem cerca de 32 milhões de pessoas idosas que demandam políticas públicas de qualidade e anunciou a intenção de criar, a partir de janeiro, o Fórum das Mulheres Idosas do Brasil. Ela também lembrou o lançamento do Plano de Política de Cuidado, ocorrido no dia 15 de dezembro. Construção coletiva e protagonismo das pessoas idosas Com o tema “Envelhecimento Multicultural e Democracia: urgência por equidade, direitos e participação”, a conferência reafirma o papel da participação social como eixo estruturante das políticas para a pessoa idosa, reconhecendo as diferentes realidades, trajetórias e formas de envelhecer existentes no país. Durante quatro dias, a etapa nacional da 6ª CONADIPI será dedicada a debates, formulação de propostas e deliberações que devem orientar a atuação do Estado brasileiro nos próximos anos. A programação inclui plenárias, painéis temáticos e 15 Grupos de Trabalho, organizados em cinco eixos estratégicos, que abordam desde o financiamento das políticas públicas até o enfrentamento das violências contra a pessoa idosa e o fortalecimento dos conselhos de direitos como política de Estado. O objetivo central do encontro é fortalecer o diálogo entre governo e sociedade civil, ampliando a escuta das pessoas idosas e valorizando seu protagonismo na definição de prioridades para as políticas públicas. A conferência também busca identificar desafios relacionados ao envelhecimento plural no Brasil e propor ações de equidade que garantam direitos e cidadania em uma perspectiva interfederativa.

O CICB é a casa da 6ª CONADIPI

O Centro Internacional de Convenções do Brasil será o local de realização da 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, que acontecerá entre os dias 16 e 19 de dezembro de 2025, em Brasília-DF. O espaço conta com infraestrutura ampla, moderna e acessível, garantindo conforto e mobilidade a todas as pessoas participantes. https://www.instagram.com/p/DSDOWrLkQmI/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== Para saber mais sobre o CICB, acessem: O CICB – CICB CENTRO INTERNACIONAL DE CONVENÇÕES DO BRASIL

2ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa – Palmeira dos Índios/AL

Local: Escola Municipal Dr. Gerson Jatobá Leite – Palmeira dos Índios/AL Nessa quarta-feira (30), a Escola Municipal Dr. Gerson Jatobá Leite foi palco de um momento marcante: a 2ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, com o tema “Envelhecimento Multicultural e Democracia: Urgência por equidade, direitos e participação”. 👵🏽👴🏽 Com participação expressiva da população, a Conferência foi um espaço de escuta ativa, diálogo e construção coletiva, reafirmando o protagonismo da pessoa idosa na luta por políticas públicas mais justas e inclusivas. Para mais informações acesse:

1ª Conferência Regional do Alto Acre dos Direitos da Pessoa Idosa.

Local: Prefeitura de Assis Brasil/Acre A Prefeitura de Assis Brasil, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, promoveu nesta sexta-feira (25) a 1ª Conferência Regional do Alto Acre dos Direitos da Pessoa Idosa. Com o tema “Envelhecimento Multicultural e Democracia: Urgência por Equidade, Direito e Participação”, o evento reuniu representantes dos municípios de Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri e Assis Brasil, fortalecendo o diálogo regional sobre os direitos e a qualidade de vida da pessoa idosa. Para mais informações acesse:

II Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Santa Barbara do Sul

Local: Santa Bárbara do Sul/RS Na tarde de quarta-feira, 26 de março, aconteceu, no Centro de Convivência para Idosos de Santa Bárbara do Sul, a 2ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa. O evento contou com a massiva presença de idosos, vereadores, secretários, assessores e comunidade em geral. Assessoria de Imprensa e Comunicação: Beno Faveri e Vitor Lirio. Para mais informações acesse:

6ª Conferência Municipal da Pessoa Idosa de Porto Velho

Local: auditório do Golden Plaza Hotel – Porto Velho/RO “Envelhecimento Multicultural e Democracia: Urgência por Equidade, Direitos e Participação”, este é o tema da 6ª Conferência Municipal da Pessoa Idosa de Porto Velho. A solenidade de abertura aconteceu na manhã de quinta-feira 28 de novembro de 2024 no auditório do Golden Plaza Hotel, na capital. O evento segue até sexta-feira (29), no mesmo local. Como parte da programação, do primeiro dia, houve a apresentação cultural do Coral Estrela da Manhã, do Centro de Convivência do Idoso, da Banda de Música da Polícia Militar de Rondônia, e ainda do grupo Carimbó Renascer. Realizado pelo Conselho Municipal da Pessoa Idosa (Compi), e a Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), da Prefeitura de Porto Velho, o evento conta com apoio do Ministério Público do Estado de Rondônia (MP/RO) e do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJ/RO). Para mais informações acesse:

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